Marcelo Leite, fundador da Milk9

O valor da sua empresa começa a ser percebido antes da primeira conversa.

A marca ajuda o cliente a entender o que sua empresa entrega, como se diferencia e por que merece ser a referência na hora da escolha.

Sou Marcelo Leite, fundador da Milk9. Desde janeiro de 1998, conduzi cerca de 650 projetos de marca em setores como arquitetura, gastronomia, saúde, advocacia, mercado imobiliário e comércio exterior.

Sou especialista em projetos embrionários. São negócios que ainda existem apenas como uma ideia, uma experiência acumulada ou uma decisão de começar. A empresa ainda não tem nome, identidade visual, posicionamento, linguagem ou uma forma clara de se apresentar.

A partir desse ponto, construo a marca do zero. Defino o posicionamento, crio o nome, desenvolvo a identidade visual, organizo a narrativa e preparo a comunicação. Todas as camadas nascem da mesma direção.

Ao final, o cliente recebe uma marca pronta para entrar no mercado, transmitir a percepção desejada e se comunicar com clareza com o público que pretende atrair.

Também trabalho com empresas que já cresceram, mas cuja marca ainda transmite uma percepção menor do que o trabalho entregue.

Foi acompanhando empresas nesses diferentes momentos que desenvolvi minha maneira de pensar. Antes de decidir como uma marca deve parecer, procuro entender o que as pessoas precisam perceber sobre ela.

A percepção orienta cada decisão do projeto.

Um nome e um logotipo podem chamar atenção e gerar uma identificação inicial. Mas eles são apenas a base. A identidade visual amplia o reconhecimento. O posicionamento ajuda o público a entender o que a empresa faz, para quem faz sentido e em que situação deve ser lembrada. A narrativa e a comunicação oferecem mais elementos para que as pessoas compreendam seu valor e encontrem razões para considerá-la.

Meu trabalho é fazer essas camadas seguirem a mesma direção. Assim, a empresa não depende apenas de uma conversa para explicar quem é, o que entrega e por que merece ser escolhida.

A tecnologia também ampliou minha forma de trabalhar. Desde 2022, desenvolvo e utilizo sistemas próprios de inteligência artificial para aprofundar pesquisas, analisar cenários, encontrar padrões e manter a coerência entre as decisões. A tecnologia aumenta minha capacidade de investigação. O olhar estratégico continua sendo humano, alimentado por cada empresa, cada mercado e cada problema que já acompanhei.

Em todos os projetos, meu envolvimento é direto. Eu escuto, investigo, defino a direção e acompanho a execução. Quem apresenta o problema conversa com a mesma pessoa que pensa e decide os caminhos da marca.

Se a sua empresa tem apenas um nome e um logotipo, ela já possui uma forma de ser identificada. Mas será que o cliente consegue perceber o que ela representa, o que entrega e por que deveria escolhê-la?

É essa distância entre o valor que uma empresa possui e o valor que as pessoas conseguem perceber que meu trabalho procura reduzir.

Essa forma de pensar foi construída ao longo de muitos projetos, escolhas e mudanças.

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